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Gente que ama odiar

Por Carlos Mendes "Martini"   /     dez 09, 2014  /     Política e Economia  /  
Crimes de ódio

“Crimes de ódio”

Por que é que os esquerdistas falam tanto em “ódio”? Certamente é uma das palavras mais usadas por eles. Ironicamente, parece que amam odiar.

Se você criticar o Lula, é discurso de ódio. Se você disser que a Dilma Rousseff discursa bobagens como um bêbado com paralisia cerebral, eles dizem que é ódio. Se você disser que não concorda com a forma como o bolsa-família é distribuído, é porque você tem ódio dos pobres. E a Marilena Chaui odeia a classe média. Odeia com força, aliás — dá para sentir nas palavras dela. Ódio, ódio, ódio, tudo é ódio.

Agora vejo ali um post do Olavo, assunto sobre o qual já comentei em meu blog antes: um analfabeto funcional simplesmente leu a palavra “atire” e imediatamente achou que ela era relacionada ao uso de arma de fogo. O palerma estúpido não foi capaz, sequer, de ler a frase até o final e ver que Olavo de Carvalho falava em atirar o mal que a pessoa representa na cara dela — é, atirar no sentido de JOGAR isso na cara dela.

Pois é, tem pessoas que são tão lamentavelmente BURRAS que não sabem que podem, por exemplo, “atirar” o relógio em cima da cama quando chegam em casa, ou que podem se “atirar” numa piscina em um dia de calor, ou “disparar” um alarme, ou “disparar” na frente de outras pessoas em uma corrida.

Pois é, a inépcia intelectual chegou a tal ponto que essa gente não sabe mais nem ler.

A aliás, já que falei em burrice, será que essa senhora realmente sabe o que significa o termo “fascista” e o quanto o fascismo era ideologicamente muito mais próximo do socialismo (que ela defende) do que do libertarianismo e da direita?

E, claro, como usei aqui os termos “analfabeto funcional”, “palerma estúpido”, “burras” e “inépcia”, isso significa, é óbvio, que estou cheio de ódio e fazendo discurso de ódio. E como eu usei o termo “paralisia cerebral”, então isso significa, automaticamente, que eu odeio os deficientes que sofrem desse mal. E, é claro, eu chupo o sangue dos pobres e devoro criancinhas, escondido em becos escuros.

Por que esse assunto é tão frequente, por que essa palavra – ódio – é tão importante para esses defensores de ditadores e de uma ideologia genocida que já matou, ao longo da história, mais de 100 milhões de pessoas, fazendo Hitler parecer um menininho arteiro?

Por que entender o sentido das frases que os outros escrevem é algo que não tem a menor importância para os esquerdistas, desde que as palavras possam ser usadas contra quem as escreveu ou pronunciou?

Claro, essas são perguntas retóricas. Eu sei as respostas. Vocês sabem?

O link para o post dela: http://on.fb.me/1wa1DfC

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Carlos Mendes "Martini"

Carlos Mendes "Martini" é Gestor da Tecnologia da Informação pelo Centro Universitário Newton Paiva, estudante de Filosofia (aluno do Professor Olavo de Carvalho), ex-estudante de Economia na UFSC (pensando em retornar ao curso o mais breve possível) e Gerente Financeiro em uma empresa de varejo de madeiras e produtos relacionados.
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Sobre Carlos Mendes "Martini"

Carlos Mendes "Martini" é Gestor da Tecnologia da Informação pelo Centro Universitário Newton Paiva, estudante de Filosofia (aluno do Professor Olavo de Carvalho), ex-estudante de Economia na UFSC (pensando em retornar ao curso o mais breve possível) e Gerente Financeiro em uma empresa de varejo de madeiras e produtos relacionados.

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