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O pensamento coletivista

Por Carlos Mendes "Martini"   /     nov 05, 2017  /     Política e Economia  /  

“Mas claro, eu não espero que você entenda. Você é homem, você é o maior privilegiado da sociedade.”

“Você é machista e misógino e eu não esperava nada menos de um homem.”

“Não tire conclusões precipitadas sobre ninguém, você não tem esse direito. Eu não fiz com você…”

Imagine então se tivesse feito…

A imagem acima ilustra um ataque que recebi de uma feminista em um post do Facebook. A discussão toda demonstra uma das piores características dos esquerdistas: o pensamento coletivista.

Quando você cai nas garras do esquerdismo, você para de pensar como indivíduo e começa a pensar como membro de uma classe estanque e definidora do indivíduo. Você deixa de existir como um ser único com determinadas características comuns a outras pessoas e passa a ser, antes de mais nada, definido pelas características comuns ao grupo. Você não é mais o João que por acaso é gay. Você passa a ser, antes de mais nada, gay — e por mero acaso se chama João. Você não é mais a Maria, que nasceu negra. Você passa a ser acima de tudo uma negra que por mero acaso se chama Maria. E como parte desse coletivo, dessa manada, você começa a crer que existem ideais e ideias que, obrigatoriamente, devem ser comuns todos os membros do grupo e devem estar acima de todas as outras ideias e mesmo de qualquer crença dos indivíduos.

Vem daí essa alucinação de feministas e lésbicas que acreditam piamente que TODAS as mulheres tem ou ódio ou pavor dos homens como elas. Ou, como ocorre com os grupos LGBT, a ideia de que os gays vastamente são odiados pelo mundo, que são vítimas das maiores atrocidades da história, e que todos os gays devem obrigatoriamente partilhar dessa mesma crença. Ou ainda, a aberração lógica de que existiria uma “dívida história” que a sociedade teria para com os negros e que todos os negros devem concordar com isso.

Nesse ponto, seu pensamento já não é mais seu; ele é da classe. A paranoia é completa e o mundo real não mais interessa, tudo que importa é “a classe”. E todo aquele que não pensa como “a classe”, que destoa da manada, passa a ser um incômodo, um ser nocivo que precisa ser silenciado porque suas opiniões estão contra a “verdade” do coletivo. As verdades coletivas tornam-se mais importantes que tudo — até que as vidas dos indivíduos, como ficou provado em inúmeros massacres promovidos pela esquerda, ao custo de mais de cem milhões de vítimas.

O pensamento coletivista uma das doenças mais mortíferas da história.

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Carlos Mendes "Martini"

Carlos Mendes "Martini" é Gestor da Tecnologia da Informação pelo Centro Universitário Newton Paiva e trabalha com consultoria e serviços de Tecnologia para empresas, em especial nas áreas de comércio eletrônico, construção civil e varejo de materiais de construção.
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Sobre Carlos Mendes "Martini"

Carlos Mendes "Martini" é Gestor da Tecnologia da Informação pelo Centro Universitário Newton Paiva e trabalha com consultoria e serviços de Tecnologia para empresas, em especial nas áreas de comércio eletrônico, construção civil e varejo de materiais de construção.

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